{"id":2903,"date":"2022-06-23T08:11:27","date_gmt":"2022-06-23T11:11:27","guid":{"rendered":"http:\/\/revistabahianow.com.br\/?p=2903"},"modified":"2022-06-23T08:11:27","modified_gmt":"2022-06-23T11:11:27","slug":"saiba-a-origem-do-forro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistabahianow.com.br\/?p=2903","title":{"rendered":"Saiba a origem do Forr\u00f3"},"content":{"rendered":"<p>O\u00a0<b>forr\u00f3<\/b>\u00a0surgiu em meados da d\u00e9cada de 1930, popularizando-se por volta dos anos 1950 por todo o Brasil atrav\u00e9s do poeta, cantor e compositor Luiz Gonzaga (1912 -1989), que convencionou o formato do trio de\u00a0<b>forr\u00f3<\/b> composto pelos instrumentos musicais sanfona, zabumba e tri\u00e2ngulo.<\/p>\n<p>O forr\u00f3 \u00e9 simplesmente feito por m\u00e3os divinas. Sua origem segundo o pesquisador Potiguar, Luiz da C\u00e2mara Cascudo a palavra deriva da abrevia\u00e7\u00e3o de Forrobod\u00f3, que significa arrasta-p\u00e9, confus\u00e3o, farra e alegria.<br \/>\n\u201cDe acordo com pesquisadores, o forr\u00f3 surgiu no s\u00e9culo XIX. Nesta \u00e9poca, como as pistas de dan\u00e7a eram de barro batido, era necess\u00e1rio molh\u00e1-las antes, para que a poeira n\u00e3o levantasse. As pessoas dan\u00e7avam arrastando os p\u00e9s para evitar que a poeira subisse\u201d.<br \/>\nO forr\u00f3 est\u00e1 ligado diretamente com os costumes e tradi\u00e7\u00f5es religiosas cat\u00f3licas do povo Nordestino. Durante o per\u00edodo junino, tr\u00eas Santos s\u00e3o referenciados: Santo Antonio S\u00e3o Jo\u00e3o e S\u00e3o Pedro.<br \/>\nA For\u00e7a do forr\u00f3 est\u00e1 na base inicial do Tri\u00e2ngulo, Zabumba e Sanfona. Com o tempo ganhou novos elementos musicais tais como: Bateria, Baixo, Guitarra,\u00a0instrumentos de sopros, percuss\u00e3o entre outros.<br \/>\nExistem v\u00e1rios ritmos dentro do forr\u00f3: Xote, bai\u00e3o, Arrasta-p\u00e9, forr\u00f3 estilizado, forr\u00f3 eletr\u00f4nico, forr\u00f3 tradicional, forr\u00f3 universit\u00e1rio entre outros. As d\u00e9cadas de ouro do forr\u00f3 foram 1960 e 1970. Depois teve um decl\u00ednio e nos meados de 2000 o forr\u00f3 volta com muita for\u00e7a, ganhando os grandes centros do pa\u00eds e do mundo.<br \/>\nNo Nordeste durante todo m\u00eas de junho o povo se veste de arte, cor e cultura popular. Tem forr\u00f3 por todo canto. As bandas de P\u00edfanos, as quadrilhas juninas, os grupos de bacamarteiros, os grupos de dan\u00e7a, os trios p\u00e9 de serra s\u00e3o vitrines desse processo que os turistas querem ver.<br \/>\nAs cidades de Caruaru em Pernambuco e Campina Grande na Para\u00edba realizam grandes eventos que duram quase 30 dias de festas. S\u00e3o v\u00e1rios p\u00f3los tradicionais e alternativos espalhados na cidade e na Zona Rural para bem servir seu povo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O\u00a0forr\u00f3\u00a0surgiu em meados da d\u00e9cada de 1930, popularizando-se por volta dos anos 1950 por todo o Brasil atrav\u00e9s do poeta, cantor e compositor Luiz Gonzaga (1912 -1989), que convencionou o formato do trio de\u00a0forr\u00f3 composto pelos instrumentos musicais sanfona, zabumba e tri\u00e2ngulo. O forr\u00f3 \u00e9 simplesmente feito por m\u00e3os divinas. Sua origem segundo o pesquisador [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":2904,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[9,13],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/revistabahianow.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2903"}],"collection":[{"href":"https:\/\/revistabahianow.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/revistabahianow.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistabahianow.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistabahianow.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=2903"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/revistabahianow.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2903\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2905,"href":"https:\/\/revistabahianow.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2903\/revisions\/2905"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistabahianow.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/2904"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/revistabahianow.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=2903"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/revistabahianow.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=2903"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/revistabahianow.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=2903"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}